
Data de Lançamento: 2005
Genero: Survival Horror
Plataforma: PlayStation 2
Jogadores: 1 Jogador
Língua: Inglês
Produtora: Tecmo Entertainment
Destribuídora: Tecmo Entertainment
Produzido pela Tecmo para o PS2 em 2001, a série Fatal Frame conhecida como Project Zero no Japão, pode ser considerado uma das franquias mais aterrorizantes que já apareceu nos videogames.
O survival horror da Tecmo, leva ao pé da letra o significado da palavra “sobreviver”. Ao contrário dos grandes nomes do gênero em que o jogador se dispõe de um verdadeiro arsenal bélico, diga-se de passagem, o grande diferencial do game é a sua proposta.
Além de ser baseado em “fatos reais” do folclore japonês o jogo não conta com sequer uma faquinha de pão como arma branca, muito menos com armas de fogo para lidar com os fantasmas e demais criaturas aterrorizantes.
Abordando temas como exorcismo, assombrações e rituais de origem nipônica, você se dispoem apenas com uma antiga câmera fotográfica (conhecida como Camera Obscura), para “derrotar” as criaturas sobrenaturais.
O sucesso do primeiro jogo foi tanto que rendeu mais duas continuações diretas para PS2. Estando atualmente em sua 4º versão, essa lançada para o Nintendo Wii somente no Japão.
História:
Fatal Frame 3: The Tormented, apesar de ter deixado um pouco de lado o folclore japonês, ainda assim carrega consigo muitas seqüelas e referência dos dois jogos anteriores, fechando com chave de ouro a trilogia no console da Sony. Não é necessário ter jogado anteriormente nenhum dos outros jogos para entender plenamente os eventos que se sucedem no terceiro, embora seja aconselhável que se tenha jogado para maior aproveitamento o enredo.
A história do jogo dessa vez é focada na fotógrafa amadora Rei Kurosawa e no seu noivo Yuu Asou, morto em um acidente de carro. Rei consegue sobreviver, mas se sente culpada pela morte de seu companheiro e acaba entrando em um estado depressivo.
Sua melhor amiga e assistente Miku (primeiro Fatal Frame), durante um de seus trabalhos a convence fotografar uma casa supostamente assombrada. E é aí que seus pesadelos realmente começam de verdade.
Ao fotografar uma aparição que a faz pensar ser o espírito de seu noivo morto por sua imprudência no volante, Rei obviamente decide seguir a alma penada desencadeando uma série de eventos aterrorizantes. Entre eles, uma misteriosa mulher com o corpo coberto de tatuagens. Rei começa a ter sonhos (ou seriam pesadelos?), com uma espécie de ritual que era realizado no local.
Ela é tocada pela mulher tatuada e desde então algumas marcas começam a aparecer misteriosamente em seu corpo. Uma vez desperta de seu pesadelo, cabe a Rei juntamente com sua amiga Miku a investigar os mistérios que envolvem a aparição de seu noivo, e os estranhos eventos que se sucedem no decorrer da trama.
O mais bacana é que se você for um fã da série, irá reconhecer diversos personagens que aparecem no elenco de Fatal Frame 3, tais como: Miku Hinasaki, (heroína do primeiro Fatal Frame). O próprio Yuu, que era amigo de Kei Amakyra, tio de Mio, uma das sobreviventes de Fatal Frame 2. Todas estas tramas se conectam para formar a história principal de Fatal Frame 3, e de quebra respondendo algumas perguntas que ficaram em “abertas” nos jogos anteriores.
Pode até parecer meio confuso no início, principalmente para quem ainda não jogou nenhum dos outros jogos da série. Mas não é! Conforme as coisas vão se desenrolando, tudo vai ficando mais claro. Além do mais o jogo conta com um ótimo arquivo no qual, muitas pistas acerca do enredo e universo do game são explicadas.
Graficos:

Cada objeto do cenário, foi cuidadosamente colocado de forma que não pareça artificial, ou exagerado!
Fatal Frame 3 conta com uma excelente direção de arte e ângulos, que fazem aumentar ainda mais o clima de terror e suspense. Apesar de “simples” (Não confundir com feio, ou mal feito). Os gráficos consegue retratar com perfeição todo o clima de suspense dos ambientes aterrorizantes no qual o jogo se passa. Basicamente uma mansão do período feudal japonês! É incrível o nível de detalhamento gráfico dos cenários, como por exemplo a pseudo simulação de física de uma cortina quando se passa por ela, as aparições, velas, tudo! Tudo foi muito bem pensado e colocado com cuidado nos cenários, de modo que não pareça nada artificial de mais ou exagerado.
Infelizmente a casa de Rei e Miku chega até aparecer sem graça mediante ao mundo de seu pesadelo. Embora seja considerado o “porto seguro”, acho que a pior sensação de medo e opressão que o jogador sente é quando se está no apartamento das duas. É sério! Sempre há a maldita impressão de que algo repentino irá te fazer pular da cadeira, simplesmente por não se esperar que nada de estranho aconteça ali!
Outra coisa que pode ficar meio aquém do esperado são os modelos 3D dos personagens um tanto simplista demais, a julgar pela época que o jogo foi lançado. Enquanto que a movimentação, bem, aí já é outra história!
O jogo:
Em relação a jogabilidade, pouca coisa mudou em relação aos dois jogos anteriores. A movimentação continua “dura” (embora tenha melhorado) e quando se está tentando fotografar um fantasma mais agressivo, então, nem se fala! É impossível correr enquanto se está empunhado a Camera Obscura. Virar repentinamente de um lado para o outro é uma tarefa “vagarosa”, podendo não condizer com a velocidade de certos espíritos que podem sugar sua energia num instante!
A própria movimentação quando se está fotografando é um tanto complicada! Principalmente no começo. Quando se está apontando a câmera para algum lugar, a visão automaticamente muda para primeira pessoa. Enquanto um analógico comanda o personagem o outro comanda aonde a câmera irá apontar.
A Camera Obscura:

Sua única e principal arma!
A Camera Obscura é sua principal e única “arma” contra qualquer fantasma ou aberração que possa aparecer em seu caminho. Logo atingir um total domínio dos comandos quando se está empunhando a mesma, pode ser crucial para sua sobrevivência, principalmente em uma modalidade de jogo mais difícil! Vale ressaltar que o “poder” da câmera depende do tipo de filme que se está usando, além de upgrades de lentes e outras partes que podem ser encontradas pelo cenário!
Alguns personagens como a Miku por exemplo, possuí uma maior sensibilidade a espíritos, ou seja, ela pode perceber sua presença bem antes dele realmente se manifeste. Enquanto Kei, possui baixa sensibilidade. Mas independente de qualquer coisa é necessário aprender a usar a câmera com eficiência!
A melhor e única maneira de exorcizar seu oponente é disparando o obturador (tirando uma foto), entretanto existe diversas maneiras de se fazer isso:
Você pode aprimorar a sua câmera utilizando-se dos pontos obtidos através das fotografias. Atributos como “poder”, “alcance” e etc… cada personagem conta com melhorias diferentes, mas compartilham os mesmos pontos.
Ou fazendo os devidos upgrades de lentes e dispositivos. Mas a melhor maneira mesmo de se conseguir tirar a maior quantidade de “dano” possível dos fantasmas, é disparando no momento certo. Tirando uma “boa foto” bem pertinho da aberração! O retículo se tornará vermelho e o dano será muito maior. Além usar as películas (filmes), com um poder maior de exorcismo!
Apesar de parecer fácil, visto que boa parte dos fantasmas geralmente ficam parados ou se movem lentamente, existem outros que podem te dar muita dor de cabeça, principalmente devido a movimentação lenta dos personagens.
Além da Camera Obscura, existem também diversas outras referencias de dispositivos do gênero, que foram feitos para “visualizar o outro mundo”.
Áudio:
Outro grande destaque é a trilha sonora, tanto os efeitos de áudio quanto as faixas são de extrema qualidade. São poucas músicas, mas quando são tocadas destacam-se perfeitamente com o clima, ambiente e o momento pelo qual se passa! Em grande parte temos um jogo “silencioso”, mas repletos de ruídos, gemidos e outros sons aterrorizantes!
Nota do autor:
Em resumo, Fatal Frame 3: The Tormented é um jogo excelente e aterrorizante! Mesmo tendo alguns defeitos “crônicos” de jogabilidade e movimentação, é impossível não notar a qualidade e o nível de detalhamento dos cenários, com excessão talvez do apartamento de Rei, (o mundo real) em contraste com o mundo de seus pesadelos. Cada vela, objeto de ritual, fantasma, kimonos sujos e etc… tudo foi muito bem pensado e trabalhado!
Se você é fã do gênero e procurava por um bom jogo de terror para passar as noites, sua busca acababou. Tanto Fatal frame 3: The Tormented, quanto qualquer outro Fatal Frame, irá garantir que você não tenha uma boa noite de sono!

Um dos jogos mais aterrorizantes do PS2!
Recomendado!
Cara eu só viciado na série ja zerei o primeiro e o 2 mas tinha medo de jogar sozinho em casa!
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Meu esse jogo é o melhor jogo de terror que eu já joguei, claro que teve também uns outros muito bons, mas esse superou muitos… Já zerei todos mas eu queria muitooo jogar o 4 do wii, so viciada nesse jogo
amooooo muuuuito !!!
Fatal Frame tb é um dos meu preferidos. Também sou louco pra jogar o 4, mas não tenho Wii ainda! Quem sabe jogue no Wii U daki uns anos xD
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Eu amei esse jogo!beijos
Amo esse jogo. Muito bom…
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>> RPG Fatal Frame <<
onde usa a holy key?
mandem a resposta para meu e-mail:wallacehoffmann@gmail.com
A holy key, vc usa ela onde o (a) fanatasma de cabelos longos estava ajoelhada chorando, lá é um ármario, dele vc encontra uma foto do Kei, e um outro negócio que eu num sei ao certo o q é, é tipo um brico……. fazendo isso vc tambem liberta o ending II
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Fatal Frame não chega a dar MEDO… Medão mesmo, mas perturba, pq não é algo assim tão exagerado como um SH ou RE… sempre fica akela sensação de que isso realmente pode acontecer, afinal, quem nunca ouviu historias de fantasmas e casas mal assombradas!
Eu acho a história da franquia muito descente. vale a pena jogar os outros… eu recentemente terminei o 2, ÓTIMO jogo, mas infelizmente, o controle é sofrível…
Kero mesmo é jogar o 4 do Wii
Cara esse jogo é irado eu ainda não joguei os outros dois mais o jogar, o engraçado é que eu não consigo ter medo dele.
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