
Ano de Lançamento: 1999
Gênero: RPG
Plataformas: PSX/PC
Jogadores: 1
Lingua: Inglês
Produtora: SquareSoft
Após o grandioso sucesso de Final Fantasy VII, a SquareSoft viu que sua franquia de maior sucesso não poderia parar, tornando-se mania mundial. Para uma continuação, obviamente deveria-se rever completamente o estilo de jogabilidade e gráfico, assim como efeitos sonoros e músicas, como já era costume em todos os jogos.
Reformulando conceitos:
Alguns truques foram refeitos, como os cenários pré-renderizados, até mesmo pela potência do console ainda não ser a dos que vemos atualmente. Porém muito se mudou principalmente no quesito jogabilidade, desagradando muitos fãs, pois poderia ser muito mais acessível. Este e todos os outros aspectos e fatores serão analisados mais a frente.
Os conceitos de personalidade de personagens também foram reformulados. Por exemplo, o protagonista passou de um ser que falava a todos seus problemas para um que guarda todos os seus sentimentos e rancores para si. Todos os coadjuvantes também tiveram suas personalidades bem diferenciadas do título anterior, tornando-o uma aventura e tanto para os fãs da série, que se emocionarão com sua incrível capacidade de tocar os sentimentos dos espectadores, porém seu sistema pode se tornar confuso e frustrante.
Romance, ficção e destino… combinação de encher os olhos:

Essa cena ficou "famosa"!
FFVIII conta com um dos melhores, se não o melhor, enredo da história da franquia. Ele mistura quase que perfeitamente o ar fantasioso com uma ficção futurista extremamente avançada. O temor que as pessoas têm pelos poderes mágicos e antigos está muito bem retratada. Experiências cientificas envolvendo o tempo são também abordadas, devido à avançada tecnologia que assola o enredo do jogo, tornando-o totalmente inovador se comparado com os outros títulos da série.
Outra novidade em termos de enredo é a retratação dos amores adolescentes, principalmente o de Squall e Rinoa. Esse ar de paixão vai se estendendo por todo o enredo, deixando o jogador ansioso para a próxima cena do casal. Esta relação prende os jogadores, que acabam se tornando espectadores de uma trama quase que cinematográfica, cheia de reviravoltas e emoções fortes.
Soldados treinados e salário a altura:
Outra inovação que FFVIII tem em relação a todos os outros jogos da franquia é que todos os personagens possuem uma grande experiência em combates. Melhor, com exceção de Rinoa, todos os personagens jogáveis foram treinados desde que eram apenas crianças para serem combatentes. Todos estudam em um internato militar e são treinados para serem SeeD, a unidade especial criada para realizar missões de alto risco e, se necessário, eliminar as Sorceress, mulheres com poderes mágicos temidas pela população. Por isso, cada um dos personagens tem personalidades diferentes, porém todos tem um senso de justiça meio que linear, mas vão abrangendo esta visão de mundo conforme vão descobrindo o meio em que eles estão se metendo.
Porém, como todo bom soldado, o jogador receberá de tempos em tempos um salário. Este salário aumenta conforme o jogador responde um questionário acessível a partir do menu “Tutorial”, após responder todas as perguntas corretamente. Sem contar a venda de itens, esta é a única forma de se ganhar dinheiro, isto é, os produtores eliminaram a aquisição de Gil (unidade monetária da franquia) através de combates para um salário fixo. Este sistema pode ser frustrante para jogadores que não possuem grandes conhecimentos de língua inglesa, que é extremamente necessário para responder os questionários.
E cadê o MP:

O famígerado Draw!
Com certeza esta é a primeira pergunta que o jogador faz quando entra em sua primeira batalha. A maior inovação do jogo e exclusiva deste título é a inexistência de MP. Aí é que se cabe a pergunta: se não há MP, então como se utilizar magias?
Para isso existe o comando Draw, adquiridas através dos GF que serão explicados mais a frente. Este comando permite que se roube unidades de magias diferenciadas dos oponentes, podendo gasta-las instantaneamente ou guardar determinada quantidade para uso posterior. É possível também drenar magias de pontos rosa chamados Draw Points, cada um tem uma determinada magia e muitos estão escondidos, sendo necessário habilidades especiais para encontrá-los.
Há também a possibilidade de utilizar os GF para transformar itens em unidades mágicas, isto também será mais detalhado mais a frente. Este sistema de unidades mágicas pode tanto agradar quanto frustrar jogadores, pois por um lado não é necessário se preocupar com gasto de MP e após um bom número de refinamentos as magias se multiplicam espantosamente, por outro lado há magias que são difíceis de serem encontradas e/ou refinadas, sendo que é necessário guias para saber quais itens podem ser refinados ou de que monstros se pode sugar estas magias.
As Guardian Forces:
Conhecidos como GF, estas criaturas são os summons do jogo, uma tradição já na franquia. No entanto eles tem um papel muito mais importante do que simples golpes elementais contra os oponentes. Eles são responsáveis pelo aumento de status específicos dos personagens, através do sistema de junção que será explicado mais a frente, além de habilidades que podem aumentar certa porcentagem de status, transformar itens específicos em magias (menus acessados através da opção ability que podem transformar itens em magias diferenciadas, como por exemplo, Ifrit irá transformar itens em magias de fogo, Diablos em magias de tempo), transformar um item no outro e de muitas outras habilidades, tornando-os simplesmente a parte mais essencial da jogabilidade, que pode frustrar e muito os jogadores que gostam de coisas específicas.
Ainda sim fica a dúvida, como evocá-los? Bem, para isso se deve utilizar o comando GF e selecionar o monstro que deseja evocar, assim irá aparecer uma barra e o HP do monstro selecionado, caso o HP do monstro zere, ele se tornará inútil até o fim do combate e deverá ser curado para reuso. Assim que a barra se esvair, o jogador poderá aumentar o poder de ataque do monstro, se este obtiver a habilidade “Boost”, segurando “select” e pressionando quadrado enquanto não aparecer um X vermelho ou não desaparecer o indicador.
Apenas alguns GF são adquiridos normalmente durante a história, os outros devem ser adquiridos através do comando “Draw” explicado anteriormente. Este comando deve ser utilizado em chefes específicos para capturar o GF em questão, portanto o jogador deve tomar cuidado para não perder nenhum. Já outros requerem sidequests que variam muito de dificuldade.
O pior pesadelo: junction system:
O junction system (ou sistema de junção) é o principal modo dos personagens de obter poder defensivo, ofensivo ou mágico. Com certeza é um sistema interessante, mas é extremamente estressante para jogadores de primeira viagem, que irão com toda certeza arrancar os cabelos com tudo isso.
Este sistema se baseia em unir magias postas no inventário do personagem em questão aos seus status básicos, como força, HP, acerto etc. ou a outros atributos que serão explicados mais adiante.
Primariamente é necessário saber que estas junções só são possíveis graças às habilidades dos GF. Estas habilidades geralmente tem o nome composto pelo status a ser juntado e pela letra “J”, exemplo: HP-J, Vit-J, Str-J e etc. Por isso é bom sempre variar que junções são possíveis para cada personagem, para que todos possam obter junções para todos os status. A efetividade destas junções é determinada pelo tipo, poder e unidades da magia em questão juntada.
O tipo mais comum de junções é as com status básicos, como HP, força e etc. Para estes status, quanto maior for à relação da magia com o status em questão, quanto maior for à efetividade da magia e quanto maior a quantidade desta magia disponível, maior será o status. Por exemplo: magias recuperativas aumentam mais HP que magias de modificação de status; magias ofensivas aumentam mais a força que magias de suporte; magias de suporte aumentam mais a vitalidade que magias recuperativas e assim por diante.
O segundo tipo de junções são as elementais, elas garantem ao jogador uma porcentagem em elemental de ataque e defesa, por exemplo: o jogador pode juntar magias elementais ao seu ataque para causar dano maior em monstros do elemento adverso, assim como pode juntar a sua defesa para diminuir o dano de golpes elementais e até mesmo drená-los. Assim como o primeiro tipo, a efetividade destas junções dependem completamente da quão poderosa a magia é e da quantidade da magia em questão.
Já o terceiro e último tipo são junções de status, elas fazem com que o jogador possa afetar o oponente com status negativos como veneno ou cegueira ou então aumentar sua defesa contra estes status, por exemplo: unir a magia Sleep a seu ataque fará com que oponentes que não tenham imunidade contra este status sejam afetados randomicamente por ele, dependendo da porcentagem de chances de acerto, porém se a magia Sleep é unida a defesa, ela tornará o personagem parcialmente ou totalmente imune a este status. A efetividade nesta situação depende apenas da quantidade de magias no inventário do personagem em questão.
Há também a possibilidade de juntar magias a status mais específicos, como velocidade e acerto. Estas junções são permitidas apenas por GFs específicos e gastam um tempo maior para serem aprendidas. Elas fazem do personagem mais específico para certas situações, porém não são tão efetivas.
De qualquer forma, é um sistema estressante que vale um bom tempo de estudo de possibilidades e alternativas, além de tutoriais irritantes. Para jogadores com pouca experiência em RPGs ou na própria língua inglesa, será uma experiência tão frustrante que considerarão o oitavo título como o pior da série.
Comandos úteis:

Squall executando um Limit Break!
Uma grande inovação da jogabilidade foi a introdução de comandos extras adquiridos através de GFs. Surgiram da idéia das matérias amarelas do título anterior, mas estes devem ser selecionados adequadamente, pois cada personagem pode apenas equipar três comandos excetuando o ataque que é obrigatório.
Tais comandos variam muito mais de possibilidades que os vistos em FFVII, eles podem desde executar uma habilidade que recupera completamente o HP do personagem alvo até deixar o usuário em Berserk, Haste e Protect em uma jogada extremamente suicida, porém, útil.
Outro comando excetuado também são os Limit Breaks. Cada personagem possui um específico e desta vez eles são muito mais interativos que os do título anterior, sendo que agora é necessário desde uma escolha sabia até o aperto frenético de algum botão específico. Como não há uma barra de fúria como no sétimo título, agora os personagens devem ter perdido uma quantidade significativa de HP ou estar com a vida baixa para executá-lo, porém apenas uma vez. Além do mais, existe a habilidade Aura, que faz com que o personagem possa executar seu Limit Break quantas vezes desejar em um determinado período de tempo. Esta habilidade chega a tirar um pouco da graça do jogo, pois transforma os personagens em máquinas de matar.
Colecionando revistas:
Diferente também dos demais FFs, a oitava versão conta com um estilo completamente diferente de se obter certos especiais e armas, trata-se das revistas. Existem basicamente cinco tipos de revistas: a Combat King, Pet Pals, Weapons Magazine, Timber Maniacs e Occult Fan.
A Combat King é específica para Zell. Ela o faz aprender habilidades para utilizar em seu Limit Break que já é altamente devastador sem isso. Tenha em mente encontrá-los ou comprá-los mais ao fim do jogo, sendo que Zell juntamente com o status Aura se torna o personagem mais devastador para jogadores sem níveis muito altos.
Pet Pals já serve para Rinoa. Ela faz com que Angelo, seu cão de estimação, aprenda novas habilidades, as quais ela utiliza tanto em golpes aleatórios quanto em seu Limit Break, o combine. É útil para que a utilize em seus combates.
Weapons Magazine é a revista mais importante do jogo, elas contem informações sobre itens para reformular as armas do jogador. Diferente dos demais FFs, as armas nesse jogo não são compradas cada vez mais poderosas conforme se avança no jogo, é necessário adquirir tais revistas, pegar os itens indicados e levar a um ferreiro ou utilizar a habilidade do GF DoomTrain para que possa transformar sua arma em outra. Este sistema certamente é interessante, mesmo assim frustrou e muito vários jogadores, principalmente os de primeira viajem.
Timber Maniacs não tem muita utilidade, elas estão espalhadas por todo o jogo e é necessário que não se esteja em uma missão imediata (como um resgate de algum personagem) para que se possa lê-las. Já as Occult Fan dão dicas sobre várias sidequests no jogo, como a aquisição de DoomTrain, extremamente útil, principalmente ao fim do jogo.
Extras para combatentes:
Como todo bom RPG, é lógico que não se deveria esquecer os bons e velhos extras. Porém há um defeito aparentemente visto por todos quanto aos seus extras: a maioria são relacionados a combates. Diferentemente do título anterior, onde haviam vários minigames, aqui basicamente os extras envolvem lutas extremamente complicadas, direta ou indiretamente.
Vamos inicialmente falar dos poucos minigames que tem, que além de escassos são sem graças e a apenas podem ser feitos uma única vez, sendo, portanto relacionados à história. Os demais são feitos em florestas circulares que são chamadas de Chocobos Forests e, após a conclusão do minigame, em maioria também sem graças, se ganha um item para evocar um chocobo em combate e montá-lo por um determinado período de tempo. O extra mais divertido seria o Triple Triad, que até tem uma versão jogada em navegador, ainda sim possui relação com combates, já que a maioria das cartas preciosas são adquiridas através da transformação de monstros por comando de GF.
Já todos os demais extras são relacionados diretamente a combates. Eles vão desde a aquisição de GFs para seu arsenal (GFs estes que são extremamente úteis para o progresso no jogo, e para as demais lutas que estão por vir) até a combates extremamente difíceis contra monstros especiais, os Weapons (já vistos em vários títulos da série, porém agora extremamente mais poderosos). O mais perigoso dos combates é contra Omega Weapon, um ser que habita a última dungeon do jogo e que, após uma pequena sidequest fica habilitável para se enfrentar.
Esta experiência é excelente para jogadores que adoram combates dificílimos e prolongados, mas para jogadores mais objetivos, é uma dica frustrante e extremamente desnecessária, apesar de que traz inúmeros benefícios ao jogador.
Quem seria Laguna Loire:

Os dois "protagonistas" de FFVIII!
FFVIII também traz outra inovação, a aparição de dois protagonistas. Laguna Loire, um ex soldado de Galbadia, é exatamente o contrário de Squall, sendo extravagante, exagerado, preocupado com amigos e jamais deixa ninguém na mão.
Em determinadas partes do jogo, Squall e alguns outros personagens perdem a sua consciência e entram na mente de Laguna junto com outros dois amigos: Kiros e Ward. Eles assim descobrem várias coisas sobre o passado e vagarosamente compreendem que aquelas informações seriam muito proveitosas adiante.
Uma dúvida fica restando após estas aventuras pelo “passado”: quem seria Laguna, Kiros e Ward? Esta e muitas outras perguntas vão se respondendo conforme o enredo se arrasta através dos quatro CDs que constituem o jogo, ainda sim muitas dúvidas restaram para vários jogadores, dúvidas estas que talvez nunca sejam respondidas.
O Pocket Station:
A curiosidade mais interessante do oitavo título seria o apetrecho chamado de Pocket Station, que possui um jogo chamado Chocobo World. Ele é posto no local do memory card e é habilitável quando o jogador adquire seu primeiro chocobo. Uma vez ligado, o jogador tem acesso a um mini RPG que pode ser tanto divertido quanto frustrante, depende do ponto de vista.
Através dele é possível obter itens preciosos e um GF extra, o Mini Mog. Este GF é capaz de curar todo HP de todos os GFs ao custo de uma quantidade (exorbitante) em Gil. Outro item precioso seria o Friendship, item capaz de evocar outro GF uma única vez para realizar um golpe único, porém poderoso. O jogo é um RPG solo que consiste no controle de um chocobo em situações como interação com outros seres e combates um tanto que parados e irritantes.
Este acessório ficou apenas no Japão, apenas foi trazido para o Ocidente através da versão para PC, transformando o acessório em um pequeno Software, devido ao insucesso ocorrido já na terra do sol nascente.
Lendas, contos e teorias… retratos de uma história mal acabada:
É de se notar a quantidade de teorias em torno do enredo de FFVIII contada por fãs, sites e fóruns na internet ou até mesmo boca a boca, em conversas entre jogadores. Estas lendas são resultado de muitas dúvidas deixadas pela história do jogo, onde não se sabe ao certo o que pensar, sendo que a Square chegou a intervir em uma destas teorias.
Seria Ultimecia a Rinoa do futuro? Seria Squall o filho de Laguna? Seria as lembranças do orfanato uma mudança no passado feita por Ellone, ao invés de uma memória apagada pelo uso continuo de GFs? Estas e muitas outras perguntas são debatidas por fãs do mundo todo até hoje. Destas perguntas, uma resposta: Ultimecia NÃO É Rinoa, essa foi a declaração oficial da Square, mas não satisfez os fãs que querem saber: o que ocorreu com Rinoa após o final de FFVIII? Provavelmente não saberemos a resposta.
Esta parte da uma sensação de que a história poderia ser muito mais proveitosa, sendo, portanto um tanto mal acabada, mesmo sendo magnificamente contada e interpretativa. Estas brechas poderiam ser aproveitadas da mesma maneira que o lançamento anterior, onde houve uma compilação para explicar melhor a história, porém de forma menos abusiva, para ter uma menor fama de “jogos caça-níqueis”.
Notas e comentário geral:
História: 9
Magnífica, o enredo do jogo foi muito bem trabalhado, detalhado e intrigante. Romance, ficção e várias outras idéias foram muito bem trabalhadas, passando ao jogador uma nostalgia sem igual. Ainda sim, acabou por deixar muitas dúvidas após o seu final, dúvidas que ainda não foram resolvidas por completo e talvez nunca sejam.
Gráficos: 8
Muito melhores que na versão anterior, os personagens possuem uma estatura muito melhor, assemelhando-se muito ao natural. Acaba por se tornar parecido com a série Resident Evil, por seus cenários pré-renderizados e por seus personagens terem a mesma técnica de criação, mas traz alguns defeitos quanto a textura dos sprites do jogador, NPCs, monstros, etc.
Jogabilidade: 4
A jogabilidade, apesar de possuir uma grande gama de possibilidades e estratégias, ela é incrivelmente complicada. Alguns jogadores desistirão no meio do caminho, tamanha a complicação do sistema de junções e GFs. A construção de armas e o uso de especiais também são incrivelmente complicado e levam um bom tempo de estudo para serem totalmente aprendidos.
Som: 8
Os sons acabam algumas vezes se repetindo ou saindo atrasados, mas são extremamente reais e fiéis ao jogo. Os efeitos das magias e dos veículos acabam se tornando um grande atrativo, assim como o ronco dos motores de alguns veículos presentes no jogo.
Músicas: 10
Com certeza o maior forte da série Final Fantasy são as músicas, sendo assim este título não poderia ser diferente. As músicas do jogo são simplesmente perfeitas e emocionantes e este título conta até com uma música cantada, a incrível “Eyes on me”, sendo o primeiro FF a ter uma música com vozes sem ser coral.
Diversão: 6
O jogo ganha grande pontuação neste quesito por ter uma história emocionante, músicas empolgantes e atrativas e muita, mas muita ação. Porém a nota despenca se formos analisar os aspectos de jogabilidade, que foram deprimentes se contarmos a acessibilidade, tornando o título mais procurado por jogadores com vasta experiência em RPGs e, em especial, Final Fantasy.
Nota Geral: 7,5
Provavelmente um dos únicos FFs que atingirá uma nota abaixo de 8. Apesar de ter uma história incrível, trilha sonora espetacular, gráficos excelentes dentre vários outros fatores, o jogo acaba por pecar e muito no aspecto jogabilidade, tornando difícil dar uma nota merecida ao título. Todavia é um título indispensável para aqueles que se dizem fãs de RPG e de FFs.
Review by Zemus!

eu nao sei equipar armas nessa ff me sindo mo nub alguem pode me ajudar qualquer coisa manda pro e-mail
digo_606@hotmail.com
abração
voce só pode ser um cara veríl e bem dotado! Sou muito fácil de liberar o toba! Faço uma gama de combinações imensa, com o ânus em um pau grande e grosso! Eu vim aqui para assumir que sou gay!
HIV com queijo!