Castlevania – Part II


Castlevania Logo

Vampire Killer:

Quem disse que o sistema de exploração não linear só deus as caras em SotN? Desenvolvido simultaneamente com Akumajo Dracula, Vampire Killer, pode-se considerar o primeiro jogo não linear da série. Lançado originalmente para o MSX, esse jogo trazia praticamente tudo o que Akumajo Dracula trazia, desde as músicas, gráficos e até mesmo o desenhos dos personagens, monstros e etc… lógico que com o devido upgrade, proporcionado pela plataforma, que era tecnicamente superior ao NES.

Apesar de parecido graficamente com seu antecessor, essa versão possuía alguns detalhes gráficos a mais!

Apesar de parecido graficamente com seu antecessor, essa versão possuía alguns detalhes gráficos a mais!

No entanto Vampire Killer trazia algo que o primeiro Castlevania não possuia. A jogabilidade! Ao invéz de percorrer um longo caminho linear, o jogo contava com um sistema de exploração em que o jogador tinha que procurar por algumas chaves específicas, essas muito bem escondidas em baús secretos. Sem elas seria impossível seguir para o próximo nível do castelo, com isso o jogador não era obrigado a seguir uma “linha reta”. Além das chaves das portas, também existiamàquelas que abriam tesouros. Mas não foi só nisso em que o jogo inovou, tendo direito a até uma lojinha para se comprar itens durante o caminho.

A demais o jogo é basicamente o mesmo que Akumajou Dracula, sofrendo dos mesmo problemas de jogabilidade e dificuldade insana, com uma diferença, em Vampire Killer não havia continues infinitos, o que tornava o game ainda mais difícil.

Mesmo com todos os problemas de jogabilidade citados, Vampire Killer foi um jogo inovador, servindo de base para os jogos posterioeres que adotariam um esquema de jogo não linear. Infelizmente, ou felizmente para muitos, por ser lançado quase que simultaneamente com Akumajou Dracula e para uma plataforma que não era tão acessível na época para a maioria, muitos desconhecem a origem desse jogo, ou o acabam confundindo com o primeiro Castlevania para o NES em versão MSX!

Bem não vou ficar fazendo uma análise profunda sobre cada jogo da série, (mesmo porque são muitos) mas irei comentar suas principais características, pontos fracos e fortes!

A Maldição de Drácula:

Com o enorme sucesso de Castlevania no NES, a Konami tratou logo de construir o seu legado, dando continuídade a série! Lançando em 1988, mais dois jogos protagonizados pelo lendário Simon Belmont! Sendo o mais famoso deles Castlevania II – Simon’s Quest continuação direta do primeiro Akumajou Dracula, ou Castlevania, como preferir.

Herdando um pouco da jogabilidade de Vampire Killer, mas com um pequeno diferencial, o jogo não se passava totalmente dentro de um castlelo “fechado”, sendo necessário atravessar várias regiões da Transilvania, enfrentando toda a sorte de criaturas infernais novamente!

História:

Em Simon's Quest, o jogo não se passa dentro de um castelo fechado!

Em Simon's Quest, o jogo não se passa dentro de um castelo fechado!

A historia é a seguinte: antes de morrer, Drácula lançou uma maldição sobre Simon Belmont, deixando a beira da morte, caso ele não consegui-se quebrar a maldição. E o único jeito de se reverter isso, seria ressuscitando o Conde e depois matá-lo de novo. O herói então terá que percorrer as terras sombria da Transilvania em busca das relíquias do Dracula (partes de seu corpo). Em seu plano, quando lançou a maldição, Dracula espera que Simon fosse morrer antes de encontrar as relíquias, e assim poria um fim ao Clã dos Belmonts. Mas Simon provou que o Conde estava errado, e pos um fim na maldição!

Um jogo Interessante:

Ao invéz de aumentar o “poder” de seu chicote destroçando monstros, ou destruindo velas, Simon, teria que comprar os “upgrades” nas diversas vilas que ele passaria em seu caminho. Detalhe que o dinheiro aqui, era representado por corações que ele teria de adquirir destruindo os famosos castiçais, que por alguma forma mágica e misteriosa flutuam no ar em Castlevania!!!

Graficamente, o jogo não mudou muito em relação ao seu antecessor, exceto por alguns detalhes a mais, sprites melhor definidos e cenários mais variados. A jogabilidade em si, foi melhorada, a movimentação, agora estava mais suave, e os comandos respondiam bem, mas ainda sim, longe de ser o ideal…

Já a trilha sonora, continua soberba, com canções clássicas, sombrias e até composições mais pesadas, o jogo possuía menos faixas de seu antecessor, mas muitas músicas acabaram se tornando clássicas, marcando a ótima qualidade da série!

E Drácula ataca nos Arcades também!

Lançado no mesmo ano que Simon’s Quest, sob o título de Haunted Castle, esse jogo traria novamente Simon Belmont como protagonista principal. A história é basicamente a mesma do Castlevania original, com um único advento, aqui Simon tinha uma noiva, que advinhem, foi sequestrada pelo vampiro. E sendo assim Simon Belmont teria que resgatá-la nos domínios do Conde, além de cumprir o papel destinado ao seu clã, como caçador de vampiros!

Graficamente o jogo impressionava, exibindo detalhes até então nunca vistos em nenhum jogo da série! E na trilha sonora também, levando em conta a plataforma que era tecnologicamente superior aos consoles caseiros da época. Mas nem tudo são flores, a jogabilidade era terrível, se comparado com o Simon’s Quest, tornando o jogo extremamente dificil.

Haunted Castle por muito tempo foi um jogo completamente desconhecido para muitos, e seria até hoje se não fosse seu relançamento, décadas depois para o PlayStation 2.

Gráficos soberbos, até então jamis vistos em nenhum jogo da série!

Gráficos soberbos, até então jamis vistos em nenhum jogo da série!

:: Próxima – Part III

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